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21/06/2013

Curitiba se apressa para entregar obras até o Mundial

Corredor aeroporto-rodoferroviária tem 25% de execução e prazo até novembro para concluir As obras de mobilidade urbana em andamento em Curitiba (PR) precisam seguir em ritmo acelerado para cumprir o cronograma e atender a um dos seus principais objetivos, a Copa do Mundo de 2014. O principal projeto do município, a construção do corredor aeroporto-rodoferroviária, apresenta execução de 25% dos serviços e prazo curto para terminar: novembro de 2013. O secretário de Obras da prefeitura de Curitiba, Sérgio Antoniasse, lembra que o prazo estava estimado para o mês de setembro deste ano. Contudo, problemas de desapropriação e alguns imprevistos técnicos de acesso devem postergar por até mais dois meses a entrega da obra. “Até novembro a obra estará concluída”, garante o secretário de Obras. De responsabilidade do consórcio J.Malucelli/CR Almeida, a construção do corredor é orçado em R$ 95 milhões pelo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) da Copa. Com 225 m de extensão, 23,6 m de largura e contendo um mastro de 75 m de altura, o projeto faz parte do eixo que liga o aeroporto internacional Afonso Pena, em São José dos Pinhais, ao centro da cidade-sede, Curitiba. Atualmente estão em execução as obras estruturais do viaduto estaiado e da Trincheira Guabirotuba. Em uma segunda fase, ainda estão previstos três trechos de pavimentação, que ainda serão licitados. O gerente de contrato do consórcio CR Almeida–J Malucelli, Rafael Alves Patricio da Costa, está certo da entrega da obra no prazo determinado. Segundo ele, praticamente todos os serviços especializados do contrato considerados críticos para o cronograma, como estrutura metálica e o estaiamento, já estão estudados e com a fabricação quase finalizada, restando a programação para a execução. “Considerando que as poucas indefinições ainda hoje existentes na obra sejam resolvidas em tempo hábil, concluo que ambas as obras estarão entregues e em operação para a Copa do Mundo em 2014, uma das principais razões e motivações das obras”, garante. Segundo ele, a construção da trincheira está em fase de realização da sinalização vertical e horizontal, do calçamento e paisagismo na avenida Comendador Franco. Já na passagem inferior, está sendo executada a escavação, drenagem e acabamento das paredes de concreto, restando ainda a pavimentação, sinalização vertical e horizontal, calçamento e paisagismo. Na parte do empreendimento que contempla a construção de uma trincheira e suas alças de acesso, está prevista a reforma e ampliação de 800 m da avenida Comendador Franco, e a recuperação de 1.300 m da mesma avenida e 850 m de vias de acesso. O viaduto está com as etapas de fundação, infraestrutura e mesoestrutura de concreto com 95% de execução. Está sendo realizada a montagem da estrutura metálica da superestrutura do viaduto, pelo método de empurramento e rotação do mastro metálico para vencer os 129 m de vão livre, e finalização das estruturas de concreto da mesoestrutura. Também está em andamento a construção dos serviços de pavimentação e calçamento das ruas ao redor, que servirão de alças de acesso ao viaduto. As calçadas da avenida das Torres serão refeitas e receberão uma ciclovia com total de 20 km. O local também terá melhorias na iluminação.

Demais obras Entre as demais obras previstas para a Copa de 2014, está em andamento ainda a reforma e modernização da rodoferroviária, que está 30% pronta. A entrega é estimada para novembro deste ano e o investimento é de R$ 35,2 milhões pelo PAC da Copa. Entre outras melhorias, será executada uma nova área de embarque e praça de alimentação, ambiente climatizado, elevadores, escadas rolantes e execução do sistema viário no entorno. A obra é de responsabilidade da construtora Sial. A ampliação do terminal Santa Cândida, por sua vez, está 12% executada e tem prazo para entrega marcado para fevereiro de 2014. Serão R$ 11,6 milhões do PAC da Copa investidos em mais de 4 mil m2 de área construída, com espaço para comércio e serviços que permitirá a integração do transporte com municípios vizinhos e a implantação do ligeirão Norte. As obras são de responsabilidade da construtora Empo. Está em implantação ainda o Sistema Integrado de Monitoramento (SIM), que prevê a instalação de 89 câmeras e 44 painéis eletrônicos de informação nas ruas. Estão previstas também outras 622 câmeras para monitoramento dos terminais e estações tubo. Já funcionam 14 painéis e 300 câmeras. O financiamento é de R$ 61 milhões. Este sistema está com 72% do total executado e deve estar concluído em novembro de 2013. Outras obras aguardam ainda o processo licitatório. Uma delas é de continuação da requalificação da avenida Marechal Floriano Peixoto, cujo trecho entre os terminais Carmo e Boqueirão deve ser entregue até junho deste ano. A segunda parte, entre o Boqueirão e São José dos Pinhais, aguarda processo de licitação. São previstas as obras para o acesso à rodoferroviária pela avenida Adail Lopes dos Santos e do corredor avenida Cândido de Abreu, ainda em licitação, e do BRT Linha Verde Sul, avaliado em R$ 14,4 milhões, paralisado por conta de falhas no projeto – neste caso, haverá um novo processo licitatório. Todos estes projetos têm prazo para ser finalizados até o mês de abril de 2014, com orçamento total estimado em R$ 320 milhões. O secretário municipal de Obras, Sérgio Antoniasse, está confiante no término dentro do cronograma. “Na realidade, a demora ocorre por conta de alguns processos burocráticos. Estamos tomando cuidado para não repetirmos erros do passado. Mas estamos confiantes. O processo licitatório é que tem de correr de forma legal e coerente para que depois sejam cumpridos os prazos”, afirma. Em todo o estado paranaense, as obras somam R$ 573,4 milhões. Apesar de o governo mostrar confiança sobre o cumprimento dos prazos, recentemente o Tribunal de Contas do Estado do Paraná (TCE-PR) revelou preocupação. O tribunal divulgou relatório de acompanhamento das obras até o mês de março de 2013, apontando que todas as obras, municipais e estaduais, estavam em atraso com relação ao estabelecido na Matriz de Responsabilidade – parâmetro utilizado pela comissão para o acompanhamento da análise das etapas e elaboração dos projetos, desapropriação e execução das obras. Fonte: Revista O Empreiteiro

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